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sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

Deveríamos aprender mais com as raposas

 

@odetalhedavida - tiktok


Raposas são mestres em se adaptar a diferentes ambientes e situações. 

Assim como elas, podemos aprender a ser flexíveis e a encontrar soluções criativas para os desafios que a vida nos apresenta.

A reputação da raposa como um animal astuto não é por acaso. 

Podemos nos inspirar em sua capacidade de pensar estrategicamente e encontrar soluções inteligentes para os problemas.

Raposas possuem sentidos aguçados, especialmente a visão e a audição. 

Ao observar o mundo ao nosso redor com mais atenção, podemos identificar oportunidades e evitar perigos.

Caçar é uma atividade que exige paciência e persistência. 

Podemos cultivar essas qualidades em nossa vida para alcançar nossos objetivos de longo prazo.

Raposas são especialistas em se camuflar e se misturar ao ambiente. 

Essa habilidade nos ensina a sermos mais discretos e a nos adaptarmos às diferentes situações sociais.



No trabalho: 

Seja flexível e disposto a aprender novas habilidades. 

Pense estrategicamente para resolver problemas e alcançar seus objetivos.


Nos relacionamentos: 

Seja um bom observador e aprenda a se comunicar de forma clara e eficaz. 

Cultive a paciência e a compreensão para construir relacionamentos fortes.


Na vida pessoal: 

Adapte-se a novas situações e seja aberto a novas experiências. 

Desenvolva sua criatividade e encontre soluções inovadoras para os desafios do dia a dia.


@odetalhedavida - tiktok


A raposa nos ensina a sermos mais adaptáveis, astutos, observadores, pacientes e discretos. 

Ao incorporar essas qualidades em nossa vida, podemos nos tornar pessoas mais bem-sucedidas e realizadas.

por Milena Lischt - @odetalhedavida


terça-feira, 17 de dezembro de 2024

Não me arrependo


É sobre isso. Não me arrependo de ter sido criada imaginando que sempre haveria um jeito, acreditando que nada era impossível, e sempre procurando ver o melhor da pessoas, e procurando aceitar que nessa vida, sempre vai ter um jeito, embora não tenha sido e nunca é fácil, eu fui criada de uma forma que nem eu mesma entendo como posso ter chegado a esse nível, vejo simplesmente que não foram apenas os ensinamentos que eu tive, mas sim todas as minhas escolhas na infância.

Mesmo não tendo tido as mesmas oportunidades que alguns tiveram, posso dizer até privilégios, eu não posso reclamar do que eu tive. Afinal uma coisa já sei que me separaria de uma grande parte, eu tive oportunidade de ter conhecimento sobre histórias que formaram o meu principal, meu ponto de partida, sonhar e acreditar, ser calma, manter a fé.

As coisas nem sempre são equilibradas, tive exemplos de desiquilíbrio, desarmonia, mas mesmo assim não desisti de acreditar que tudo é possível. E existe o equilíbrio de tudo, se não acredita, respira! Sem oxigénio, não há respiração celular e sem respiração celular, o corpo morre. Isso tudo já te demonstra que existe um equilíbrio. Então, sigo o raciocínio, que sim, é possível ter uma vida calma, por que vivemos de escolha e se colocarmos a regra do equilíbrio em nosso horizonte as coisas terão o seu devido controle, aprenda uma coisa que eu aprendi, tudo em excesso desgasta, tanto o que é bom como o que é ruim, então quando for tomar decisões seja 50% racional e 50% emocional, para que nada vire excesso.

Bom o que essa minha criação interna me colocou a entender, que não é por que eu sou assim que outras pessoas serão capazes de ser também, até somos todos diferentes, em vários pontos, e sempre será assim, mas não me arrependo de ter alcançado o melhor de mim.

Isso não conclui o fato de ter o melhor dos outros, cada uma partilha o que o coração está cheio. Como vou ter ensinar algo que eu não aprendi, como vou compartilhar amor se eu vivi em um ambiente que não se ensinou o amor, e baseada nisso, vejo que também são escolhas.

Por que eu não tive uma sequer oportunidade entender o que era o amor por meio ambiente, eu quis o amor que eu via nos filmes, nas novelas, um amor completo, cumplice de tudo e contra tudo que viesse para atrapalhar, embora eu não tenha tido a oportunidade de acreditar nisso através de ensinamentos consanguíneos diretos, eu tive a oportunidade de entender por meio de histórias que ouvi das pessoas, e ali minha mente se formou.

Não, eu não sou a melhor pessoa do mundo e ainda estou muito longe de acertar em tudo, erramos muito na vida e isso nos traz muitas consequências, mas sabe quando lá no nosso subconsciente está uma luz que não se apaga, uma simples fagulha que nos faz querer acreditar que não é possível que somos obrigados a aceitar o pior lado de tudo, essa fagulha me faz acreditar que tudo tem o outro lado.

E é isso que ainda me mantem de pé e me faz acreditar que existem sim, amores perfeitos, mesmo com seus casais imperfeitos; que existem famílias que aprenderam o amor na essência e que agora passam adiante.

Sabe, eu não me arrependo de ter tido a minha melhor oportunidade, por isso não desfaz  minha essência, não sou e estou muito longe de ser a melhor pessoa desse mundo, mas posso dizer com certeza, que ainda estou aqui, a fagulha não se apagou.

E quando eu me reerguer, vai surpreender aqueles que não me conhecem na essência, a vida me esfriou um pouco e me fez ficar em silencio. Mas posso dizer com toda certeza que eu não desisti de viver o meu destino.

Por Milena Lischt – 17/12/2024 – 23:28h.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

A Beleza em uma simplicidade


Ser simples, não está em um texto, em grandes discursos, espetáculos, ou em grandes desfechos, mas sim está em um toque, uma frase, um agir, ou que seja em apenas uma emoção expressada no olhar de uma criança...

A simplicidade você encontra quando observa a pétala de uma flor, de acordo com cada formato e cada essência em uma definição, como se nada na vida as conduzisse a mudar, são sempre da mesma forma, nascem, trazem a beleza, a simplicidade, crescem e se deixam observar, morrem, mas marcam, pois no mesmo lugar onde se morre uma, nascem outras com os mesmos aspectos ou até com mais tendência natural do que as outras que um dia ali tiveram.

O mesmo eu vejo nas crianças de antigamente, nada as preocupava, nada as descontentava, nem mesmo as proibia de sonhar, seus passos eram encantadores, como se vivessem em outra dimensão, e soubessem que seus passos seriam traçados em um só sentido, e buscados de acordo com a sabedoria aprendida de todos os dias, mas lutavam pelo que queriam.

Hoje, o que mais me desanima, e ver que os pais só pensam em trabalho, trabalho e mais trabalho, não têm mais tempo de ensinar seus filhos a sonhar, pular corda, jogar bolinha de gude, fazer bolinha de sabão, jogar dominó, fazer trancinha nos cabelos, ler uma historinha na hora de dormir, correr, cair, andar de bicicleta, não conseguem mais sentar juntos para tomar café da manhã, jantar ou até mesmo comer aquela besteirinha que pras crianças fazem toda a diferença, não tem mais tempo pra que dar banho no cachorro se torne uma diversão, ou até mesmo a como amar, cuidar, observar uma beleza na sua eterna simplicidade...

Pais!!!

Vamos viver e ensinar a nossos filhos que amar, está acima de qualquer sentimento, e que saber sonhar é uma virtude que não pode ser, jamais esquecida...

Sofrer é uma escola, onde aprendemos a ser fortes, mais não rudes.
E chegar, até certo ponto, de se esquecer como se sonha.
Não podemos deitar nossa cabeça em nossos travesseiros e ficar pensando, pensando, e pensando...
Precisamos viver, sonhar e não ter pesadelos.
Afinal, os filhos de hoje serão simplesmente os pais de amanhã!



Sexta-feira, 31 de julho de 2010 – Por Milena Lischt

Deveríamos aprender mais com as raposas

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